O traje ideal do noivo



4 de setembro de 2012 - Postado em: Noivo , Traje

Realmente, a expressão “traje ideal” é um chavão. Neste espaço em que falo sobre detalhes do lado masculino do casamento, evitarei ao máximo estabelecer expressões como sempre, nunca ou obrigatório. Isso não impede que já se estabeleçamos aqui a total impropriedade de se usar meia branca ou gravatas de desenhos animados em um casamento tradicional…

O correto sempre é o bom senso, a noção de que não estamos falando de qualquer festa, e sim do casamento do noivo. O homem, no tocante a roupa, gosta principalmente de se sentir confortável… nada de roupas muito justas(a não ser que seja um adepto de vestimentas a la cantor sertanejo).

Dentro do quesito bom senso, também se inclui detalhes como a cor (e nesse caso não se restringe a esta ou outra). Pode-se em vez de cor, se considerar como mais adequada à tonalidade do terno, do fraque ou do meio-fraque. Para os casamentos que são marcados no horário da manhã ou tarde, indica-se (não se obriga, quero sempre lembrar que a escolha é “sempre do noivo” – com váriosss palpites da noiva) cores mais claras, como o bege, cinza ou azul marinho. Para a cerimônia noturna, faz-se mais adequado os tons mais escuros, como o grafite e o preto (vale também o velho estilo “mafioso” – combinação total com a cor preta).

Como apenas foi citado de passagem, volto a falar do tipo de traje. Basicamente são de três tipos: o terno, o meio-fraque e o fraque. O brasileiro se notabilizou pelo estilo meio-fraque, não comum em outros países. Nele, há a combinação do estilo fraque, mas o paletó tem formato diferente, onde a frente é na medida tradicional, mas a parte de trás é mais alongada nas pontas. Apesar disso, a maioria dos noivos opta pelo tradicional terno, em que a única sugestão é que seja bem escolhido, com um bom corte e comprado ou alugado em uma boa loja (não é necessário recordar de que estamos falando de casamento, né?). Por fim o fraque, este normalmente escolhido em casamentos muito tradicionais, onde uma formalidade acima da média é observada na cerimônia. Usado com boa dose de critério, é uma escolha que faz o noivo realmente se destacar dos demais convidados.


alguns desses trajes no desfile do estilista Ricardo Almeida
Nas minhas pesquisas, vi bastante gente dizendo que o smoking não é um traje muito adequado para casamento. Percebi, entretanto, o crescente uso do smoking italiano, e quero dar um testemunho pessoal: foi o que escolhi para o meu casamento. O próprio alfaiate da loja de roupas me sugeriu, e quando fiz a prova tive a certeza que era a roupa ideal, por ser sóbria, elegante e muito, muito confortável.
Roupa de casamento para os homens não é nenhuma novela, tanto para escolher, como para pagar e, principalmente, na hora de se vestir para ir ao altar.


minha entrada com minha mãe
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Avant-première Cymbeline 2013



2 de setembro de 2012 - Postado em: Mais , Vestido
A Cymbeline colocou em seu site na semana passada uma avant-première da coleção 2013 que será lançada oficialmente em novembro.

A modelo escolhida para o catálogo é brasileira (e linda).

Na nova coleção a famosa marca francesa pensou em casamentos nas diversas estações do ano, com muita manga para o inverno e vestidos curtos para o verão, além dos tradicionais de “meia-estação” para as que sempre pensam que noiva fica tão nervosa que não sente frio e nem calor.

E pra quem acha que ter um vestido Cymbeline é só para as magrinhas está enganada, desde 2012 os vestidos vem até o número 62.

Estou aqui suspirando com os vestidos e com as lindas paisagens de Paris.

Fotos: Cymbeline Paris

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Minha participação nos preparativos do casamento



1 de setembro de 2012 - Postado em: Noivo

Reza a lenda que os noivos, no tocante aos preparativos do casamento, só querem é chegar no dia da cerimônia, dizer sim à noiva e ir direto pra festa para comemorar… No meu caso, fiz um pouco mais que isso, mas não por desinteresse em ajudar minha noiva à época, e atual esposa Elaine… o problema foi geográfico mesmo. Sobre isso que escrevo agora…

Comecei a morar em Belo Horizonte praticamente no dia em que retornamos de nossa lua de mel, precisamente dia 02 de julho do ano passado. Antes disso sempre morei em Brasília, e foi lá que conheci a Elaine. Namoramos e noivamos com ela morando em Minas e eu morando no Distrito Federal. Apenas quando faltavam dois meses para o casamento é que fui morar provisoriamente na casa dos meus sogros, onde ela também morava, pois nosso apartamento já existia, mas faltavam muitos detalhes para ficar pronto, como trocar da instalação elétrica, pintura, limpeza etc.

Isso tudo me fez participar muito pouco de todos os preparativos para o casório. Ao contrário de vários noivos, que assumem realmente não terem paciência com essa parte, gosto muito de participar desses momentos, pois considero que fazem parte da história do casal. Consegui contribuir com alguns momentos, quando estava em Belo Horizonte, mas confesso que mais de 80% de tudo que foi necessário pro casamento acontecer pode ser atribuído aos incansáveis serviços da Elaine e de sua mãe, que fez até curso para forrar com tecido as caixas de mdf.

Minha participação se resumiu a acompanhar noiva e sogra à Galeria do Ouvidor, para a compra de itens das lembrancinhas, uma viagem a São Paulo para buscar na 25 de Março acessórios para a festa, também degustação do buffet, além de colocar a “mão na massa” para ajudar com os enfeites e lembrancinhas, o que demandou um enorme esforço de todos.

Queria muito ter participado mais de todas as etapas, pois acho que é um momento inesquecível na vida do casal… como já descrevi antes, não pude ajudar como gostaria. O que sei agora é que posso ajudar sempre a construir as coisas daqui pra frente.

Aqui algumas fotos do início dos trabalhos com as lembrancinhas:
o material
colando…
a noiva toda feliz
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