O Vestir e o Sentir – SR 30 Anos



21 de fevereiro de 2017 - Postado em: Noiva , Noivo , Pajem

A Só a Rigor, loja de aluguel de roupas mais tradicional de Belo Horizonte, acabou de completar 30 anos de atividade na cidade.
Desde 1986, eles já realizaram mais de 60 mil locações. São famílias inteiras que vestiram as roupas da loja nos momentos mais importantes de suas vidas: casamentos, formaturas, bodas, aniversários, premiações e tantas outras comemorações. Essa vasta experiência em participar de ocasiões especiais, os fez chegar a uma conclusão: “Existe uma conexão entre o que vestimos e o que sentimos. Nossas roupas podem contribuir positivamente para o nosso estado de espírito e tem o poder de potencializar a felicidade, a auto-estima e o bom humor, proporcionando-nos sensações de prazer e bem estar”.

O vestir e o sentir. Esse foi o tema escolhido para o editorial produzido para comemorar os 30 anos da empresa e lançar o novo conceito da marca, que a partir de agora se chama SR Estilo e traz uma conotação mais leve, moderna e dinâmica, sem deixar para trás toda a tradição e vivência adquirida pela Só a Rigor.

As fotografias feitas por Val+Wander e os vídeos produzidos por Dione Petterson Filmes mostram a relação das pessoas com suas roupas e retratam muito bem a conexão emocional existente entre elas. Não importa o gênero, ou a idade, o brilho nos olhos é o mesmo quando cada um se olha no espelho e se sente seguro, confiante e bem vestido.

Vem ver como ficou lindo!

SR 30 anos (8) SR 30 anos (11) SR 30 anos (16) SR 30 anos (17) SR 30 anos (20) SR 30 anos (26) SR 30 anos (28) SR 30 anos (29) SR 30 anos (32) SR 30 anos (33) SR 30 anos (35) SR 30 anos (38) SR 30 anos (39) SR 30 anos (41) SR 30 anos (42) SR 30 anos (44) SR 30 anos (46) SR 30 anos (52) SR 30 anos (53) SR 30 anos (57) SR 30 anos (68) SR 30 anos (69) SR 30 anos (70) SR 30 anos (71) SR 30 anos (72) SR 30 anos (73) SR 30 anos (75) SR 30 anos (78) SR 30 anos (80) SR 30 anos (85)

:: Ficha Técnica ::
fotografia Val+Wander | vídeo Dione Petterson Filmes | make & hair Lázaro Lambertucci | roupas e acessórios SR Estilo – by Só a Rigor | cenografia Fest Mobille | produção de moda Marina Camillozzi

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“Passar a gravata”: Sim ou Não?



27 de setembro de 2012 - Postado em: O Casamento

Um assunto sempre controverso nas festas de casamento, a famosa “caixinha” dos noivos é prática muito usada no Brasil.

Em outros países existem maneiras (talvez) mais sutis de se ajudar os noivos. Amigos em comum se reúnem e com a famosa “vaquinha” ajudam os amigos noivos com presentes bons ou com dinheiro mesmo, mas nunca no momento do casamento.
Depende muito das circunstâncias a questão de ser inconveniente ou não a prática de vender os pedacinhos da gravata. Quando é feita a arrecadação por pessoas sensatas, que não sejam insistentes ao ponto de se iniciar um constrangimento com a “vítima”, a passagem da gravata pode adquirir um tom de brincadeira.
Como é uma ação destinada a ajudar os noivos nesse momento de tantos gastos com a lua-de-mel e/ou com a casa nova, fica a cargo deles a orientação do responsável pela tarefa a ter o timing e a sensibilidade para perceber qual o tipo de reação de cada pessoa.


Ao mesmo tempo, é perfeitamente compreensível entender o lado daqueles que julgam ser um constrangimento a passagem da gravata, pois em uma festa de casamento encontramos convidados tão diferentes entre si, que fica impossível imaginar (e esperar) uma reação igual de todo mundo… e, dependendo da convicção dos noivos e de quem for arrecadar a caixinha, é melhor deixar isso de lado…
O casamento é certamente um dos dias mais especiais na vida das pessoas que estão selando a união e tudo que se deseja é que seja uma noite da mais perfeita harmonia, amizade e alegria. Por tudo isso, deve-se planejar se haverá ou não a passagem da gravata, sempre observando o perfil dos convidados.

Como falei, acho que o perfil dos convidados é que vai dizer se deve ser aberto um espaço na festa de casamento para o corte da gravata. No nosso teve e foi bem recebido, a bagunça foi boa.

No nosso casamento fizemos pequenas gravatas com imã e foi ótima a passagem, os convidados se divertiram junto com a tia da Elaine, nossa madrinha, que ficou responsável pela “venda”.
cunhadinha, tia Fatinha e Elaine já contando a grana arrecadada
PS :: Esse assunto já estava na nossa pauta para o blog e foi uma das perguntas feitas pela Roberta do Brasil das Gerais para a Elaine. Coincidência total.

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