Casamento :: Pati e André



6 de junho de 2017 - Postado em: Casamentos Reais

Vou já contar pra vocês que sou suspeitaaaa de falar desse casamento. Eu amei trocar várias figurinhas com uma noiva que buscou inspirações no blog, mas, principalmente, porque é uma grande amiga da minha irmã e do meu cunhado e já tinha visto de perto o quanto ela estava estudando para concursos e… Melhor conferir como essa linda história de amor da Pati e do André chegou ao altar.

Com a palavra, a noiva:

Nossa história percorreu quilômetros e ainda resiste a eles…
Tudo começou com a tão sonhada posse de Patrícia em um cargo público em junho de 2012. A alegria da conquista se juntou ao medo. É que a sua independência foi parar em um lugar muito, muito, mas muito longe. Mas lá foi ela… O destino do trabalho era Peixoto de Azevedo. A moradia ficava em uma cidadezinha fofa chamada Matupá, a 8 km de Peixoto, tudo ali no nortão do Mato Grosso, colado no sul do Pará.
Sim, a cidade era fofa. A primeira impressão de Matupá foi de surpresa e encantamento. Patrícia e sua mãe, fiel escudeira, lá chegaram juntas para conhecer aquele lugar tão distante.
Enquanto Patrícia ia trabalhar, Letícia, sua mãe, rodava pela cidade e ficava cada vez mais encantada. Na Vara do Trabalho, o clima também era de aconchego e acolhimento. Gente de todo Brasil! E foi lá que Patrícia e André se conheceram. Por um acaso (ou não) ele de Campinas e ela de Belo Horizonte (Recifense, mas Belorizontina há 16 anos) prestaram concurso e foram se encontrar lá em Peixoto de Azevedo. Eles não se esquecem de quando o Diretor bateu na porta da sala de André para apresentar a nova servidora. Ela sorriu para ele. Ele pensou no sorriso dela. E ela gostou do que viu.
Foi quando em uma das confraternizações do Trabalho os dois engataram uma conversa. Pareciam ter esquecido todos em volta (isso é o que dizem as testemunhas rs). O cenário era convidativo: um churrasco à beira do rio. Lá pelas tantas, decidiram entrar na água e sentaram numa pedra. A água descia calmamente, quase que acariciando os dois. Começaram a conversar mais próximos e…
Não, não se beijaram. Do nada, uma tromba d’água arrastou Patrícia pedra abaixo. André saiu correndo pela margem desesperado tentando acompanhar a queda para não perdê-la de vista. Ela conseguiu parar sustentando seu pé em uma das rochas, o que lhe custou uma unha e vários arranhões. Foi tenso! Maaaaas passado o susto, tudo começou… Ficaram juntos algumas vezes e começaram a namorar. Mas muitos obstáculos viriam: inseguranças, medos, términos, dúvidas… E assim Patrícia foi embora do Mato Grosso em 2013…
Ela foi chamada em outro concurso no Ceará. O namoro estava estremecido e a ideia era tentar à distância e, dando certo, ela voltava para o MT, de onde André nunca pretendeu sair. Parecia mais prudente do que não ir… O Ceará era perto do seu pai, que mora em Recife, o que a deixava mais segura. Só que a experiência foi muito dolorosa… Aurora, no Sertão, era o oposto do Norte do MT, tão cheio de promessas e de futuro. Também não era tão fácil ir para casa do pai: o aeroporto de Juazeiro do Norte ficava a 3 horas dali e nem sempre tinha transporte. Somado a isso, a dor do término da relação no meio do caminho.
Foi quando o TRE-SP chamou Patrícia e ela foi-se embora de novo… Agora, para o Estado natal de André. Depois de três meses terminados, ele foi até Orlândia-SP onde Patrícia estava morando para conversarem. E no dia 29/08/2013 eles resolveram reatar. A partir daí, tudo fluiu melhor: a relação se fortaleceu, solidificou e amadureceu.
Em 2015, Patrícia conseguiu uma permuta e voltou para Belo Horizonte. Foi quando eles decidiram que era hora de se casarem. Ela voltou para casa e agora vai voltar para outro ponto de partida: o Mato Grosso, aquele lugar para onde ela voltaria se tudo desse certo…

convite

Suspiros…

Eu amei quando recebi o convite desse momento tão especial. Não estive presente por motivos alheios à minha vontade, mas meu coração esteve pertinho (e nas fotos que recebia ao vivo).

Ah! Pedi pra Pati nos contar como foram os preparativos, dar um conselho para quem está prestes a subir ao altar e ela resumiu:

“O que posso falar dos preparativos, é que comecei com antecedência, cerca de 1 ano e meio antes. Então foi tudo bem mais tranquilo… Os contratempos que surgiram foram contornados, pois havia planejamento e tempo de sobra. Mas quando vai chegando perto, não tem jeito de não estressar rsrsrs. São muitas tarefas que surgem, reuniões, visitas técnicas, suporte a convidados de fora etc. Então a dica é fazer tudo com antecedência para ficar por conta desses ajustes finais quando tiver mais pertinho!”

Agora vamos aos lindos cliques desse dia lindo por Sidney Campelo e Patrícia Melo:

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:: Fornecedores do Casamento ::
local Casa Bernardi | fotografia Sidney Campelo e Patrícia Melo | vídeo Sucote | decoração Atelier Flor da Pelle | bem casados Schokolade | músicos da cerimônia Trio Amadeus | banda Basquiat | cerimonial e assessoria Porteventos | vestido Ana França | acessórios D. Cantidio | dia da noiva Barbara Rabelo | terno Ricardo Almeida | damas e pajens Princess Damas | bolo Dilene Bolos | buffet Meu Buffet | drinks Bombar | arte do convite Raquel Castro | papelaria Atelier do Convite | balões Só Alegria |

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Casamento :: Virgínia e Gustavo



16 de novembro de 2016 - Postado em: Casamentos Reais

Decidir subir ao altar para comemorar o aniversário de namoro foi uma linda escolha de Virgínia e Gustavo… depois de sete anos juntos já sabiam bem o que queriam para o futuro.

A escolha foi por um casamento clássico e atemporal e a noiva nos contou:

“Foram sete anos de namoro e a data do casamento foi escolhida justamente para comemorar. Eu sempre sonhei com esse dia e tive tempo suficiente para pensar em todos os detalhes! Marcamos a data na igreja com um ano e meio de antecedência e comecei a fechar com os fornecedores. A minha ideia era resolver tudo que desse o quanto antes para não ficar muito ansiosa no final, cheia de pendências. É claro que ficaram muitas coisas para o final, são tantos detalhes! Mas com certeza foi melhor fazer como fiz. Eu queria que tudo fosse o mais atemporal possível. Não queria pegar o meu álbum de fotografia depois de anos e não gostar das minhas escolhas por terem sido muito “da moda”. Então casei de cabelo preso, entrei na igreja ao som da marcha nupcial, o bolo foi branco com noivinhos de porcelana e etc. Hoje olho os cliques do Sidney Campelo e da Patrícia Melo e sei que tudo valeu a pena. Ficou tudo lindo e do jeito que sonhei! Poder contar com a assessoria da Mariella Carvalho e com a competência de sua equipe foi maravilhoso. De duas uma, ou nada deu errado ou elas não nos deixaram notar. Se pudesse voltar no tempo faria tudo do mesmo jeito. Ah! E como seria bom voltar no tempo!”

Confiram como foi o grande dia nos cliques de Sidney Campelo:

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