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“Passar a gravata”: Sim ou Não?

O Casamento
“Passar a gravata”: Sim ou Não?

Um assunto sempre controverso nas festas de casamento, a famosa “caixinha” dos noivos é prática muito usada no Brasil.

Em outros países existem maneiras (talvez) mais sutis de se ajudar os noivos. Amigos em comum se reúnem e com a famosa “vaquinha” ajudam os amigos noivos com presentes bons ou com dinheiro mesmo, mas nunca no momento do casamento.
Depende muito das circunstâncias a questão de ser inconveniente ou não a prática de vender os pedacinhos da gravata. Quando é feita a arrecadação por pessoas sensatas, que não sejam insistentes ao ponto de se iniciar um constrangimento com a “vítima”, a passagem da gravata pode adquirir um tom de brincadeira.
Como é uma ação destinada a ajudar os noivos nesse momento de tantos gastos com a lua-de-mel e/ou com a casa nova, fica a cargo deles a orientação do responsável pela tarefa a ter o timing e a sensibilidade para perceber qual o tipo de reação de cada pessoa.


Ao mesmo tempo, é perfeitamente compreensível entender o lado daqueles que julgam ser um constrangimento a passagem da gravata, pois em uma festa de casamento encontramos convidados tão diferentes entre si, que fica impossível imaginar (e esperar) uma reação igual de todo mundo… e, dependendo da convicção dos noivos e de quem for arrecadar a caixinha, é melhor deixar isso de lado…
O casamento é certamente um dos dias mais especiais na vida das pessoas que estão selando a união e tudo que se deseja é que seja uma noite da mais perfeita harmonia, amizade e alegria. Por tudo isso, deve-se planejar se haverá ou não a passagem da gravata, sempre observando o perfil dos convidados.

Como falei, acho que o perfil dos convidados é que vai dizer se deve ser aberto um espaço na festa de casamento para o corte da gravata. No nosso teve e foi bem recebido, a bagunça foi boa.

No nosso casamento fizemos pequenas gravatas com imã e foi ótima a passagem, os convidados se divertiram junto com a tia da Elaine, nossa madrinha, que ficou responsável pela “venda”.
cunhadinha, tia Fatinha e Elaine já contando a grana arrecadada
PS :: Esse assunto já estava na nossa pauta para o blog e foi uma das perguntas feitas pela Roberta do Brasil das Gerais para a Elaine. Coincidência total.

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